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Sábado, 24 de outubro de 2020
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Queen

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 O Queen nasceu no ambiente universitário londrino. O guitarrista Brian May era físico e fazia mestrado em astronomia. Roger Taylor, estudante de odontologia, chegou a ele por meio de um anúncio deixado no quadro de avisos na faculdade, que solicitava um baterista para formar uma banda.

Tempos depois, Freddie Mercury, aluno do curso de história da arte, apareceu, apresentado por um amigo comum. O baixista John Deacon, estudante de eletrônica, foi o último a se juntar ao grupo, a convite de May.

Por conta de seu ecletismo, a crítica nunca os levou muito a sério e nem os tratou da mesma forma que outros artistas contemporâneos, como Led Zeppelin, David Bowie e Alice Cooper --embora todos esses tivessem admiração pelo Queen.



No começo, a banda fazia uma música que não era nem heavy metal, nem progressiva, nem glam, embora flertasse com elementos desses estilos. Depois veio o punk, e o Queen era demasiadamente "musical" para aderir ao movimento dos três acordes.

Nos anos de 1980, o grupo se aventurou pela discoteca e a dance music, e recebeu duras críticas por abandonar as raízes roqueiras. Além disso, Freddie Mercury era considerado pela imprensa musical inglesa como um cabeça oca arrogante e megalomaníaco. Enquanto a moda era a "anarquia" punk, ele declarava que sua "missão" era "levar o balé às massas".

Freddie foi o responsável também por transmitir à banda a sua obsessão com o universo gay sadomasoquista e imprimir o visual "couro e bigode" que ficou para sempre associado a ele e ao Queen. "Nunca fomos considerados um grupo da moda", declarou May a um programa da TV inglesa BBC. Para ele, isso foi vantajoso para o grupo, que se sentiu mais "livre".

E o público adorava aquela variedade de estilos e visuais embalada com tamanha dramaticidade e um senso de humor peculiar. Desde os arroubos operísticos de "Bohemian Rhapsody", a interpretação à la Presley de "Crazy Little Thing Called Love", o romantismo delicado de "Love of my Life" até o escracho de "Fat Bottomed Girls".



Os fãs amavam sobretudo a persona espetaculosa e magnética de Mercury, com seus saltos acrobáticos, gestos exagerados e potência vocal a toda prova. Quando ele morreu, em 1991, de complicações de saúde decorrentes da Aids, há anos o Queen já não fazia shows --nem emplacava um grande sucesso nas paradas.

Mesmo assim, 72 mil pessoas lotaram o show em sua homenagem, feito pelos remanescentes da banda com participações especiais (revezaram-se nos vocais Bowie, Liza Minnelli, Robert Plant e George Michael, entre outras grandes estrelas da época). Televisionado para 76 países, o show teve uma audiência estimada de cerca de um bilhão de pessoas. Números que combinam com a grandiosidade que marcou a trajetória do Queen.



Após a morte de Mercury, o baixista John Deacon deixou o grupo e a carreira musical --nem sequer compareceu à introdução da banda à Galeria da Fama do Rock em 2001. May e Taylor continuam a gravar e fazer shows, com a participação de Paul Rodgers nos vocais, e, mais recentemente, com o ex-"American Idol" Adam Lambert.



Fonte: Uol Música
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