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Na política

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26/07/2015 - 14:59

Na política

Tudo indica que Pedro Taques deixa o PDT, uma decisão que deve está sendo analisada por muitos ângulos. Um deles talvez seja conhecer o quadro partidário depois da janela de 30 dias que o Congresso quer criar. Haveria troca-troca partidário de parlamentares que pode alterar muita coisa no cenário politico e eleitoral. Mas vai chegar o momento que ele deve optar por outra sigla. Fala-se no PSB ou PSDB. Gentes do PSB no estado têm dito que o melhor seria o governador ir para esta sigla, teria espaço maior para crescer nacionalmente. Que no PSDB tem muitos nomes fortes. Não pega muito bem esse tipo de fala. É diminuir a capacidade política do Pedro Taques arguir que ele não poderia ir para um partido mais forte porque não teria espaço. Ele sabe como competir, abrir espaços e crescer. Saiu do MPF ontem e já foi senador e governador. Qual político foi para um partido menor e cresceu na política nacional? Veja o caso do Ciro Gomes. Saiu do PSDB e virou um andarilho em busca de abrigo num partido menor para dali ser grande. Hoje é comentarista esportivo de rádio no Ceará. Mais um dado para análise? Saiu pequena nota num jornal do Paraná de que o senador Álvaro Dias do PSDB poderia ir para o PSB. Verdade ou não, é um caso que teria que ser destrinchado. Por que diabos o Álvaro Dias iria para o PSB? Outro assunto do cotidiano da política é a eleição para prefeito de Cuiabá no ano que vem. Mauro Mendes é candidato natural. Está correto em dizer que só decide sobre candidatura em 2016. Falar agora é antecipar um desgastante debate. O que mais se discute são os apoios que ele deve ter. Um deles gira em torno do PSDB. O partido decidiu compor a administração do Mauro e os vereadores passaram todos para a base de apoio ao prefeito. A direção nacional do PSDB quer que em cidades com mais de 200 mil eleitores o partido lance candidato a prefeito. Este é, aliás, o ponto de vista defendido pelo Wilson Santos. Mas ouvi outro dia um argumento do Paulo Borges, dirigente do PSDB e que compõe hoje o secretariado do Mauro, que sugere um caminho que o partido poderia seguir. Disse que na eleição para governador, o PSDB nacional decidira que deveria haver candidatos do partido no país todo e que em MT se optou pelo apoio ao Pedro Taques. Sugeriu que o caso poderia se repetir para a eleição em Cuiabá. Com apoio ou não, o Mauro é candidato à reeleição. Mas a pergunta de muitos é saber se ele deixaria a prefeitura e sairia candidato ao Senado em 2018. Se ocorresse, como ele criticou o Wilson Santos em caso parecido, é perigoso vir o troco da rua.

Alfredo da Mota Menezes
Contato: e-mail: pox@terra.com.br ou pelo site: www.alfredomenezes.com

Fonte: alfredo da mota menezes

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