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Eleição

Eleição

05/08/2016 - 10:35

     Tempo menor no horário gratuito trará a mídia social como arma do jogo eleitoral neste ano. E, diferente do caso do horário gratuito, ela pode ser a qualquer hora e inventa-se o que quiser. Vai ser interessante observar como a Justiça Eleitoral vai tentar impedir essas invenções.
 
     Alguém, como exemplo, é candidato a vereador com presença em certos bairros. Tem a concorrência de outro alguém. Sua campanha bola algo maléfico contra o adversário e coloca na mídia social perto do dia da eleição. Não sei como a Justiça vai pegar o autor se ele não “mora” aqui.

     Se aparecer outra matéria desdizendo aquilo, entendidos explicam que a notícia maledicente ou mentirosa tem três vezes mais chances de virilizar do que a boa notícia. O mal estaria feito.

     Falando em mídia social, aparecerem amostras do que pode ocorrer na eleição em Cuiabá. Uma charge mostrava um problema do Emanuel Pinheiro, seu grupo rebateu com outra charge contra Mauro Mendes. Veio mais uma sobre o Emanuel e seu grupo bateu de volta no Mauro.

     Tudo indica que partiu de gentes da candidatura do Mauro o ataque ao adversário. Ele rebateu e polarizou. A candidatura do Mauro, que está lá em cima nas pesquisas, é que procurou polemizar com ele? Se foi, é um bruto equívoco. Polarize com o Antônio Peteté e não com quem tem condições de levar a eleição para segundo turno.

     Outra de Cuiabá. A candidatura do Emanuel Pinheiro surgiu na esteira de seu trabalho em defesa dos funcionários públicos estaduais. Se ele for candidato de uma nota só, dança. Nunca se ouviu falar que somente funcionário público elege prefeito em Cuiabá. E, além disso, nem todos votam nele.

     Ele também bateu no governo estadual sobre VLT e segurança. Taques não é candidato, teria que buscar mais defeitos no Alencastro do que no Paiaguás.

     Campanhas aqui e no Brasil vão tentar botar rabos da corrupção em candidaturas. Corrupção, junto com saúde, são os tópicos mais quentes perante a opinião pública nacional hoje, mostrou pesquisa.

     Em Cuiabá não seria diferente, mas tem algo um pouco diferente aqui. O Procurador Mauro e Serys não tem rabo preso por esse ângulo. Julier teve um caso na Justiça que parece que foi arquivado e fica livre disso também. Pode até surgir algo, mas até agora não se conhece nenhum grande escândalo envolvendo as vidas políticas do Emanuel e do Mauro Mendes. O tal do rabo preso de cada um deles deve ser buscado em outros lugares, sugerem os fatos.

     Em Várzea Grande talvez seja a primeira vez que o PSDB lançou candidato a prefeito. E parece também que só elegeu até agora um vereador, o Dito Loro. Tem gente ali dizendo que, mesmo que se perca a eleição para prefeito, se eleger alguns vereadores já seria um avanço para o partido do outro lado da ponte. Essa pouca presença do PSDB na vida politica do segundo colégio eleitoral do estado é quase inexplicável.

Fonte: Alfredo da Mota Menezes e-mail: pox@terra.com.br site: www.alfredomenezes.com

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