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Casos da eleição

Casos da eleição

10/08/2016 - 16:44

     Tem gente no PSDB feliz da vida pelas consequências da desistência do Mauro Mendes na disputa à prefeitura da capital. Não contente somente pela candidatura do Wilson Santos, a tal alegrai vai além.

     É que o rebuliço de última hora despertou o Pedro Taques para criar seu próprio grupo político e isso se faz através do partido. Chegar em 2018 com partido de tamanho médio, na dependência maior de outros grupos e lideranças, não era o caminho correto.

     Se o Pedro for para a reeleição, sem muita força partidária, colocariam uma faca no peito dele para dar-lhe apoio. E, na frase conhecida, acordos feitos no primeiro mandato inviabiliza o segundo. Ainda mais com faca no peito. Até mesmo para conversar com um suposto grupão se deve ter partido forte.

     Acreditam no PSDB que agora nesta eleição começa a busca e aproximação com candidatos a prefeitos e vereadores. E que depois do pleito deve acentuar essa aproximação, principalmente com os prefeitos eleitos. Quem tem a caneta e o Fethab dobrado é o governador.

     Em Várzea Grande houve uma união politica impensada até alguns anos atrás. As famílias Campos e Baracat estão juntas pela primeira vez numa eleição. O confronto politico entre os dois clãs vem desde os tempos da UDN e PSD. Os Campos eram ligados a Filinto Muller do PSD. Os Baracat, com Sarita à frente, eram da UDN de Fernando Correa da Costa.

     Agora se juntaram para disputar o poder com os novos várzea-grandenses. É como se fosse uma disputa da Avenida Couto Magalhães versus o bairro Cristo Rei. Um de gentes mais tradicionais da cidade e o outro dos que chegaram de fora e não tem muita ligação com as coisas e tradições antigas da cidade. Se perderem a eleição unidos é que a coisa mudou definitivamente ali.

     A disputa em Rondonópolis se mostra interessante também. Ali os empresários acham que é tempo de diminuir o discurso e ação populista representado por Percival Muniz e Zé do Pátio. Que a cidade tem condições de ser o centro industrial do estado. Criando mais indústrias, criam-se mais empregos e ajudarão os mais pobres mais do que politicas assistencialistas.

     Quem, em tese, representaria o desejo dos empresários seria a candidatura do Rogerio Salles. Ele, com exceção de uma candidatura ao Senado, nunca enfrentou eleição majoritária. Sempre foi vice. Ele terá um discurso diferente dos dois candidatos? Este discurso pega ou a maioria dali gosta mesmo é do discurso de sempre?

     Uma de Cuiabá. O prefeito eleito será o prefeito nos 300 anos do aniversário desta cidade em 2019. Seria muito útil que em suas propostas apresentassem itens do que vão realmente fazer pela cidade até lá. Serão mais de dois anos depois da posse em janeiro de 2017, dá para fazer coisas concretas até 8 de abril de 2019.

Fonte: Alfredo da Mota Menezes e-mail: pox@terra.com.br site: www.alfredomenezes.com

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