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Momento

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21/07/2015 - 10:43

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O governo conseguiu empréstimo do BNDES para construir pontes de concreto. O secretário de infraestrutura disse que boa parte desse dinheiro vai para a construção de pontes para as estradas asfaltadas do MT- Integrado. Neste programa de 1.5 bilhões de reais não constavam pontes. O governo passado nunca falou sobre isso. Como é que se vai asfaltar e não se previu a construção das pontes de concreto? Blairo Maggi diz que quer ir para um partido que não tenha dono. Se referia, claro, ao PR que tem o mando do mensaleiro Valdemar Costa Neto. Ele, Blairo, vai para o PMDB que no estado tem o Carlos Bezerra. Talvez ele seja até mais dono do que o dono do PR. Já até puxou a orelha do Blairo ao dizer que o senador vai apoiar para a prefeitura não o Mauro Mendes, mas quem o Bezerra, ou melhor, o PMDB estadual indicar. O presidente da Câmara de Cuiabá fala outra vez em construir uma sede nova para aquela casa. Lá atrás preferiram invadir o prédio que era da Assembleia Legislativa e ia abrigar um centro voltado para as coisas da América do Sul. Poderiam estar numa sede nova e ali no centro geodésico se teria uma alternativa de turismo para cidade. Até isso mataram. Dirigentes e professores das universidades federais andam bravos com o governo Dilma. Primeiro cortou 30% da verba de consumo das universidades. Agora diminuiu em 70% o dinheiro da Capes. Esta instituição é que dá bolsas de estudos para mestrados e doutorados. Com o corte, o programa empaca. Antes os reitores dessas universidades atacavam o governo tucano e cantavam loas aos governos do PT. Agora apontam o dedo para o governo Dilma. E lá atrás se passou por três crises internacionais: México, Coreia e Rússia. Agora não teve isso. Na Grécia houve um estelionato eleitoral. O partido Syriza, da esquerda mais radical, ganhou a eleição com o discurso de que não aceitava o arrocho que a Europa impunha ao país. O povo votou na proposta. Fizeram até um referendo e o povo outra vez concordou com o discurso de menos arrocho e, se necessário, romperiam com a União Europeia. O governo aceitou agora tudo que condenava. O arrocho continua da mesma forma que antes. Mas ganharam a eleição com outro discurso, quase o mesmo que fez um grupo político num país grandão da América do Sul. Pode prender empresários, mas não pode nem entrar em casa de políticos com ordem do STF? Empreiteiros fazem as estripulias sozinhos? Se eles não obedecerem aos políticos, a raiz maior da malandragem, perdem a obra. Quem é o pior nessa estória?

Alfredo da Mota Menezes
Contato: e-mail: pox@terra.com.br ou pelo site: www.alfredomenezes.com

Fonte: alfredo da mota menezes

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