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Política e ilações

Política e ilações

30/10/2015 - 08:54

Política e ilações

Blairo Maggi anunciou que ia para o PMDB, depois disse que o PR pediu a ele que não saísse agora senão o partido perderia espaço em comissões no Senado. Apareceu outra versão mais tarde. Que não estaria muito clara a legislação que permitia senadores, ou quem tem cargos executivos, por serem donos diretos de seus mandatos, mudarem de partido sem perder mandato. O Blairo, nesta hipótese, deixaria para se filiar ao PMDB na janela do troca-troca ou seis meses antes da eleição de 2018. E mais outra surgiu agora: ele se filiaria ainda este ano. Frente a tantas versões, ilações cabem aos montes. Fala-se que ele no PMDB coligaria com Mauro Mendes para a prefeitura na capital. Que essa aliança se estenderia até 2018 com apoios mútuos para o Senado. Essa frente seria o embrião de uma oposição para enfrentar Pedro Taques e o PSDB pelo estado. Se o Blairo for mesmo para o PMDB isso talvez ocorra. Se não for, claro que a equação tem que ser revista. Argui-se também que, se o Mauro tiver apoio do PMDB, Pedro Taques reveria o apoio a ele para candidatura a prefeito. Abriria espaço para o grupo no PSDB que quer candidatura própria. Se ainda o Blairo for candidato ao Senado (no PR ou no PMDB) e o Mauro também, como é que ficaria o apoio do Pedro Taques? Uma candidatura ao Senado que ele apoiaria seria a do Nilson Leitão, presidente do PSDB. E o outro nome, Mauro ou Blairo? Outra mais? O Mauro poderia não ser candidato a prefeito em 2016, deixaria para o Fabio Garcia. Esperaria 2018 para sair direto ao Senado. Alguns motivos se destacam. Não teria confiança que o vice-prefeito, indicação de outro partido, na hora do vamos ver em 2018, lhe fosse fiel. Receberia muitas pancadas por deixar o cargo com somente um ano e quatro meses de mandato. Faria o mesmo que condenou no Wilson Santos em 2010. Um terceiro motivo seria o bombardeio da oposição tentando desqualificá-lo como empresário competente. Comenta-se ainda que Percival Muniz iria para o PMDB naquela frentona de oposição. Que a intenção também seria, com apoio do Maggi no PMDB, brecar uma candidatura do Adilton Sachetti em Rondonópolis para prefeito. Candidatura que poderia derrotar o Percival. Ele num PMDB com o Maggi poderia impedir aquela candidatura. Quer mais conversa de rua sobre o momento político? Aquela que o Maggi poderia não ser candidato a nada. Outra: ele sairia candidato porque precisaria da imunidade do cargo. Nessas ilações aparece também o nome do Wellington Fagundes. Ele sairia candidato ao governo em 2018 num enfrentamento com Pedro Taques? Só se o Blairo for para o PMDB. Não dar para o PR, partido dos dois, lançar um senador e um governador. Outro comentário a respeito do Wellington é que ele sempre foi liderado. Nunca assumiu protagonismo. Assumiria agora?

Alfredo da Mota Menezes
e-mail: pox@terra.com.br
site: www.alfredomenezes.com

Fonte: alfredo da mota menezes

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