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PSDB e PMDB em 2018

PSDB e PMDB em 2018

08/02/2017 - 14:39

     Cada dia mais há uma união do PMDB e do PSDB no plano nacional. No governo Temer o PMDB tem seis ministros e o PSDB cinco, incluindo o de articulação política, com Antônio Imbassahy.

     Não se dá uma cadeira como essa, que articula pleitos e é elo com o Congresso, sem uma união politica bastante aproximada. O PT nunca ofereceu um lugar desses aos partidos que tinham ligação. O PMDB agora escancarou, não há em tese mais segredos políticos entre os dois partidos.

     Cresce também a certeza de que poderá haver uma coligação entre os dois partidos para a eleição presidencial de 2018. É comum aceitar que o cabeça de chapa seria do PSDB. Gentes do próprio PMDB falam que falta ao partido liderança forte e de presença nacional para assumir aquela candidatura.

     Não se acredita que o PMDB vá apoiar o PT. Lideranças e militantes deste partido falam que o PMDB e o Temer ajudaram no tal golpe contra a Dilma. Não dá liga nem discurso numa campanha. Também o PMDB não iria para o Ciro Gomes que esculhamba o partido e fala que o Temer é “salafrário” (está sendo até processado por isso). O caminho, mostram os fatos, seria uma união do PSDB e PMDB para 2018.

     Se isso ocorrer, como ficaria a situação do PMDB aqui no estado? Hoje o Bezerra, Valtenir e até o Emanuel ensaiam um discurso de oposição ao PSDB estadual e se fala em candidaturas na majoritária, incluindo o Bezerra para o Senado em 2018.

     Será que a direção nacional do PMDB pressionaria para uma coligação das duas siglas aqui também? Seria eleitoralmente bom ou ruim para o PSDB e as conversas de coligações em andamento para a reeleição do Taques?

     Em 2002, o PSDB nacional forçou o Dante e o PSDB estadual a aceitarem a candidatura do Bezerra na chapa. O partido queria chapa pura para o governo e para as duas vagas ao Senado (Dante numa e o Riva encafifou com a outra). Serra ameaçou até intervir no diretório se não contemplassem o PMDB aqui. Bezerra foi candidato ao Senado. Poderia ocorrer novamente? Se ocorresse, como acomodar no grupo o Mauro, Bezerra, Jaime e Blairo para as duas vagas?

     Num caso desses, como reagiria o Blairo? Formaria um grupo aqui diferente? Enfrentaria a avalanche que vem do plano nacional com o PMDB e PSDB? O fato nacional pode condicionar sua posição, como condicionou antes? Depois de bater no PT e Dilma e nas propostas da esquerda ele iria para o lado do PT ou do Ciro Gomes? Mauro e o PSB, que querem estar juntos com o Blairo, como reagiriam em cenários aqui criados? Jaime e o DEM local e nacional (agora mais forte com a presidência da Câmara Federal) como também reagiriam?

     A verdade, é que o espaço politico está aberto a qualquer tipo de ilação. O jogo está apenas começando.

Fonte: Alfredo da Mota Menezes e-mail: pox@terra.com.br site: www.alfredomenezes.com

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